Uma noite quente, o vinho que já nos embriagava e minha boca que procurava a tua com sede dos teus beijos...o corpo todo ardia por dentro a camisa rasgada com a fúria dos braços desconcertantes na ânsia por tua nudez...minha língua descobria teu corpo e ríamos muito com a nossa respiração ofegante...
Eu dormi nos teus braços e pela manhã minha mão ágil procurou tua pele...a cama estava vazia...havia apenas um bilhete sob os lençóis denunciando tua partida.
Você foi embora sem dizer adeus e levou o que eu tinha de mais concreto...teu abstrato amor.
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